[fim]
Penso que fiz da lua o ponto fixo de todo um arquipélago arquigiratório.
Pus poemas no chão que me sustenta a coluna vertebralizada.
O mesmo chão que estanca meus estatelamentos.
Quis verter algo doce em todos os vales do mundo.
O que me fala é um pedágio que pago ao que escrevo intrépido.
O que escrevo é o que desprezo e menosprezo falando promessas de parar de vez.
Aqui agradeço e peço perdão e me retiro.
Parto em busca da redenção que só se assinala no silêncio desescrito das desistências.
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23 23UTC dezembro 23UTC 2011 às 12:18 |
Todo mundo pede bis.